Muito antes deste site ir para a internet, os fãs da coluna Belém tem Disso já enviavam e-mails com críticas e sugestões. Leia abaixo alguns deles.


Olá Sérgio,

meu nome é Gláucio tenho 23 anos. Sou formado em Publicidade e vivo em São Caetano do Sul/SP há 7 anos, mas carrego Belém no meu coração como sendo o maior amor da minha vida. Já acompanho suas ilustrações nem O Liberal faz algum tempo. Acho que vc consegue retratar exatamente aquilo que Belém tem de diferente, isso que acho genial. Pegar aquilo que só Belém tem. Minha preferida é aquela da barraquinha de sanduíches em frente ao Mc Donalds. Hoje, vendo sua última ilustração, tive uma idéia e queria compartilhar com vc: que tal ilustrar um janbeiro, mas não com os frutos e sim naquela época antes e que o chão fica completamente tomado por aquele rosa impressionante. Acho essa cena linda demais, algo que não há como o paulista imagina, só pra citar um exemplo. É isso, parabéns sinceros pelas suas ilustrações.

Até a próxima.

Gláucio Andrey

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Caro Sérgio,

Sou um leitor de O Liberal, e acompanho semanalmente as suas ilustrações, e resolvi te mandar este e-mail para parabenizar o seu trabalho, tanto por sua beleza e simplicidade, quanto pela sensibilidade de enxergar como ninguém, o dia-a-dia do paraense.
Todas as suas ilustrações me fazem refletir, viajar, sonhar, voltar a ser criança. Vc é mais paraense do que muitos por aí..
Aproveito a oportunidade de lhe desejar que Deus ilumine suas idéias e continue a lhe dar muita inspiração e sensibilidade para continuar a alegrar nossas vidas..

Um grande abraço,

Arthur Frazão

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Gostaria de parabenizar o Sr. Sérgio Bastos pelos desenhos que retratam as cenas típicas de nossa Belém do Pará, publicados aos domingos no Cartaz de O Liberal. Eu sempre olho, aprecio e comento. Como o de ontem, por exemplo, retratando nossos dias chuvosos. Na maioria das vezes, me identifico nas situações representadas. Ótimo. Muito bom. Mais uma vez, parabéns ao autor.

Valéria L. Cunha

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Sérgio,

acabo de receber os calendários, as "folhinhas", que colocaram beleza na tarde e na contagem do tempo, e me deram vontade de sair correndo para tomar um tacacá ou comer um cão. Vou levar para a Vevé e ela vai adorar.

Muito sucesso, cada vez mais.
Bjs

Regina Alves

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Sérgio Bastos,

sou paraense. Moro em Curitiba e conheci a coluna Belém tem disso acessando as ORM e fiquei encantada com as ilustrações que você faz. A cada ilustração que aparecia imaginava ser uma janela de Belém que para mim se abria. Tenho saudades intensas de Belém e mesmo estando há tanto tempo fora continuo permanentemente ligada na cidade. Parabéns pelo traço firme e pela perfeita escolha das cores que dão alma às idiossincracias do cotidiano da nossa querida Belém. Que Deus abençoe suas mãos! Que possam mediar com estupenda fidelidade tudo o que vê, ouve e sente estando aí na nossa Belém .

Um abraço,

Doralice Araújo,
uma parauara em Curitiba

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Ola Sergio,

Gostaria de lhe dar os parabéns pelas suas pinturas ou ilustrações que vc apresenta no liberal. Pois sou arquiteto e atualmente moro e estudo em Porto Alegre, faço pós-graduação em arquitetura comercial e desde que descobri seus desenhos no site do jornal sempre estou la, você retrata muito bem o cotidiano dos paraense e acredite se quiser da até para matar a saudade pois é muito divertido seus desenhos.
Um abraço e continue sempre com estas suas imagens super coloridas e descontraídas igual nossa bela cidade. Cheia de cheiros, cores, mitos, alegria e tudo de bom que temos ai. Pois vc é carioca só de berço pois a cidade que lhe adota hoje é o Pará.

Romulo Rocha
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Olá Sérgio,

Sou Paraense e vivo em Portugal há 10 anos, onde me formei e trabalho. Mas continuo muito ligado a minha terra e procuro me manter informado sobre tudo, o que faz com que eu consulte O Liberal frequentemente. Quando deparei com as suas pinturas e gostei muito. Acho que está tudo muito bem retratado e me traz imensas recordações... PARABÉNS e não pare!

Abraços

Jean Bastos
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Ola Sérgio,

Sou paraense e moro em Fortaleza há seis meses, descobri seu trabalho no site da ORM e fiquei encantada com seu trabalho...Parabéns mesmo!!
Tomei a liberdade de colocar uma imagem no meu flog, mas não se preocupe coloquei os créditos...

Abraços,

Rosa Luiza Miranda

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Sérgio,

Seu trabalho é digno de elogios e aqui expresso os meus. Leitor não assíduo, mas que, aos domingos passou a pegar o caderno Cartaz só para ver sua última"tirada". É interessante como se pode levar, ou seja, não deixar morrer os hábitos e costumes de um povo, através de uma simples "telinha" exposta no jornal. Venho recortando e guardando suas pinturas. Infelizmente não tenho algumas delas, pois quando vim a observar, com certeza já haviam sido publicadas
outras. Sugestões aqui vão: a venda de comidas típicas na esquina da Manoel Barata com Presidente Vargas, Feira do Açaí, Mercado de Peixe, enfim nossa cidade.
Esta última, sobre o comércio de churrasquinho às proximidades do Mangueirão, foi uma das mais inteligentes, visto que estão ali reunidos uns quatro torcedores de clubes rivalíssimos.
Parabéns, mais uma vez, pelo que faz. Pois é de talentos como o seu que sobrevive a cultura. Alguns escrevem, outros pintam e bordam, principalmente com o dinheiro público, o que impede a emersão de talentos como o seu.

Um grande abraço,

Carlos Alberto Almeida Barroso

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Olá Sérgio,

parabenizo você pelas crônicas de Belém apresentadas toda semana no Jornal O Liberal, e acompanho, ou melhor, coleciono seus desenhos desde o primeiro. Fiquei muito muito muito feliz por ter este espaço no jornal, que nos faz enxergar nosso cotidiano com mais beleza, com mais arte, arte essa que nos envolve por todos os lados num simples agir, num simples açaí ou tacacá que tomamos ou num simples peixe que compramos. A nossa cultura belenense é muito bonita e graças a Deus tem alguém retratando todas as semanas num jornal tão popular como O liberal. Eu sempre fui apaixonada pela nossa cultura belenense e também pela arte, em especial a pintura. Espero sempre poder acompanhar seu trabalho todos domingos no jornal. Fiquei em prantos quando pensei na possibilidade de ter todos os dias "Belém tem disso", mas um amigo me falou que é só no domingo, pois jornal aqui em casa é igual a frango assado:só dia de domingo mesmo.Mas uma vez parabenizo seu trabalho.

Deise Lobo
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No domingo passado (só leio o liberal aos domingos) deparei com a coluna Belém Tem Disso e achei a idéia inteligente e divertida, pois uma imagem fala por mil
palavras. Pensei até em recortar e guardar para mostrar às gerações futuras daqui a alguns anos, relembrando momentos e costumes de nossa cidade que serão históricos, pois tudo passa. Embora seja claro o tom de crítica, que sem dúvida é pertinente por várias situações, a mim lembra também o jeito criativo e lutador de nossa gente, que busca encontrar meios de sobreviver honestamente e ter seus momentos lazer com a família, nem que seja comer um churrasquinho na calçada, já que não tem dinheiro para ir jantar na Estação das Docas. Isso para mim é motivo de orgulho. Mas até aí tudo bem, é a nossa realidade. A minha crítica é com a forma com que o autor retratou a situação, colocando dois negros no cartum, denotando preconceito ou, no mínimo, falta de visão e maturidade. Quem disse que churrasquinho de calçada é "privilégio" de negros ou de pobres ? Todos conhecemos vários que nem o dono nem os frequentadores são pessoas de baixa renda, e nem por isso devem ser isentos da crítica.Parabenizo a idéia, mas espero que daqui por diante sejam mais cuidadosos com a seleção dos trabalhos.

Janete Pontes

Minha resposta:

janete

Obrigado por ter escrito. A coluna tem como objetivo realmente mostrar a cidade do ponto de vista das pessoas comuns, que lutam para sobreviver dignamente, e o tema dos meus desenhos na maioria das vezes vai ser esse. Quanto a "cor" dos personagens, se voce vir as edições anteriores da coluna, vai notar que esta é"cor" de todos os personagens que eu desenho. Portanto, não foi por racismo (ate porque sou negro), e sim porque é assim que vejo a maioria da nossa população, sem nenhum demérito para quem e branco.

Um abraco

Sergio Bastos
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Oi Sérgio!

Tudo bem contigo?! Eu tenho adorado sua coluna no jornal. A pintura desse domingo me lembrou muito meu bairro, o Marco. Aqui o churrasquinho é muito comum e apreciado, mesmo com os protestos da fumaça, o churrasco já tem a cara do bairro.
Suas pinturas me lembram tb minha infância, tipo o vendedor de cascalho que passa fazendo barulho com um triângulo de ferro nas mãos, o vendedor de pamonhas com a vela acesa em cima da cabeça, o vendedor de rosca (a branca e a amarela) que passa com um sacão nas costas...aliás, são "personagens" que vejo até hj, esporadicamente, mas vejo. Um abraço e sucesso em tua coluna!

Mayra Ferreira



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